Apresentação
O Mestrado em Serviço Social, aprovado durante a 124a Reunião do Conselho Técnico Consultivo de Educação Superior (CTC/ES) da CAPES, em março/2011, tem a pretensão de contribuir na formação de docentes, de pesquisadores e de assistentes sociais para o enfrentamento da questão social.
É o primeiro curso de mestrado no estado atendendo uma demanda histórica de capacitação. O curso será em “Associação Temporária” com o Departamento de Serviço Social da Universidade de Brasília, expressão máxima da solidariedade entre um programa de pós-graduação já consolidado e outro iniciante.
A proposta do Mestrado em Serviço Social tem por base dois grandes complexos de questões. O primeiro deles diz respeito à concepção de profissão que vigora no atual projeto de formação acadêmica: a do Serviço Social inscrito na divisão sócio-técnica do trabalho capitalista. Concepção que adota a contribuição da teoria crítica, como aporte privilegiado na compreensão da História Social.
O segundo complexo de questões diz respeito à indissociável relação da dimensão investigativa com o trabalho dos assistentes sociais e às implicações ético-políticas dessa relação. A pesquisa e a produção de conhecimentos são instrumentos de trabalho capazes de fornecer dados que fundamentam propostas coerentes às demandas atendidas.
A hegemonia desse referencial no interior de um debate acadêmico plural possibilitará a formação e valorização da competência crítica no trato das demandas do mercado de trabalho.
É o primeiro curso de mestrado no estado atendendo uma demanda histórica de capacitação. O curso será em “Associação Temporária” com o Departamento de Serviço Social da Universidade de Brasília, expressão máxima da solidariedade entre um programa de pós-graduação já consolidado e outro iniciante.
A proposta do Mestrado em Serviço Social tem por base dois grandes complexos de questões. O primeiro deles diz respeito à concepção de profissão que vigora no atual projeto de formação acadêmica: a do Serviço Social inscrito na divisão sócio-técnica do trabalho capitalista. Concepção que adota a contribuição da teoria crítica, como aporte privilegiado na compreensão da História Social.
O segundo complexo de questões diz respeito à indissociável relação da dimensão investigativa com o trabalho dos assistentes sociais e às implicações ético-políticas dessa relação. A pesquisa e a produção de conhecimentos são instrumentos de trabalho capazes de fornecer dados que fundamentam propostas coerentes às demandas atendidas.
A hegemonia desse referencial no interior de um debate acadêmico plural possibilitará a formação e valorização da competência crítica no trato das demandas do mercado de trabalho.
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